sábado, 30 de abril de 2011

Verso da Agulha

Meu cunhado, José Coelho, fez estes versos sobre o conflito pelo qual estamos passando e pediu para mostrá- lo a vocês:




Estão limpando a cidade pra ficar que nem Europa
Mas a pior sujeira é desabrigar o pobre carioca
Pra complicar a história, agora a tal vacina é até obrigatória
Espetar minha família, eu deixo não

Mas veja ai uns “tal  doutô” que se julga sabichão,
E invade minha casa com uma agulha na mão
De ignorante me chamam
Aqueles que se acham competentes
Mas como vamos saber,
Se não explicam pra gente?

O nosso governo inteligência não tem mesmo, não
Em vez de ensinar o povo, parte logo pra agressão       
Se quem diz que vacina é boa,
Bate num pobre cidadão,
Como posso ter certeza que isso não é ilusão?

Dizem que a tal ciência é a dona da verdade,
Mas não posso permitir que ela mate a liberdade
O povo está muito certo em reagir
Só espero que essa “guerra” acabe logo por aqui!

Um comentário:

  1. A guerra logo vai ter fim, o governo não resistirá por muito tempo. Chamam esta barbaridade de progresso, modernização. Mas existe algo mais moderno que a liberdade? Foi por ela que lutamos a vida inteira. Da independência ao abolicionismo. Até a República nos dá a idéia de conquista de liberdade, não podem tirá-la da população! Precisamos aguentar firmes, sem voltar atrás. É só uma questão de tempo e o governo acabará com essa tortura.

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